Mães
que ajudam
outras mães
a amamentarem.
Nossas
histórias de
amamentação foram
muito marcantes
mudando
definitivamente nossa forma
de atuarmos no
mundo. Acolher a
amamentação e
tudo ligado a
ela:
dependência física e
emocional, peso social, familiar e
no ambiente de
trabalho e transformar
isso tudo
em experiências
pessoais
positivas de crescimento é
nossa força
como
grupo de apoio.
Nosso
objetivo é
tornar real o sonho de
toda mãe
de amamentar
seu filho
nem que
seja por
mais um dia.
Nosso
sonho é que
todo bebê
tenha seu
direito
garantido de ser amamentado e
assim receber
um começo de
vida melhor.
Nos
moldes de
entidades reconhecidas
mundialmente
como La
Leche League International
e
Amigas do
Peito,
fazemos
reuniões onde
usamos de
nossas experiências e da
experiência de
outras mães
para
fornecermos
apoio e respaldo
na busca
de informações
científicas para
resolver problemas
relacionados com
amamentação, e com
essa fase
tão delicada
quando acabam
de nascer bebê
e mãe.
Nossa
principal mensagem
para as mães
é que os
problemas
existem,
mas podem
ser superados e
elas não
estão sós
nessa busca.
Realizamos
reuniões todas as sextas feiras das 14:30 às 16:30 no endereço
abaixo:
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GAMA - Grupo
de Apoio à Maternidade Ativa
Rua
Bartolomeu Zunega, 44, sala B - Pinheiros - 05426-020 -
São Paulo, SP |
E reuniões
temáticas mensais toda terceiro sábado de cada mês. Endereço a
confirmar.
Contato:
Fabíola : 11
96223737
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Quarta-feira, Julho 04, 2007
7/4/2007 11:25:47 AM
Terça-feira, Julho 03, 2007
Parece incrível, mas o hábito de alimentar artificialmente os bebês já vem de longa data. Frascos, copos e utensílios variados, muitas vezes bizarros, foram utilizados com essa finalidade, antes da invenção da mamadeira propriamente dita. A história da amamentação artificial é documentada num pitoresco site britânico http://www.babybottle-museum.co.uk/intro.htm.
O museu virtual ‘babybottle’ revela que, ao longo de 400 anos de história, as mamadeiras evoluíram em termos de material e de desing. Na Idade Média, por exemplo, chifres de bovinos com couro macio na extremidade, imitando tetas ou mamilos, eram usados para alimentar bebês. No século 17, recipientes de couro, madeira ou metal eram usados com a mesma finalidade. A maioria destes primeiros objetos de amamentação parecia uma garrafa, com um parafuso na parte superior imitando um mamilo redondo e rígido.
No entanto, os resultados dessas invenções eram freqüentemente desastrosos já que pecavam num aspecto fundamental: a higiene. Como se tratavam de peças inteiriças, não modulares, apenas adaptadas à finalidade da amamentação, elas não contavam com abertura frontal, lateral ou superior. Isso significa que não possibilitavam limpeza interna, comprometendo amplamente a higiene e a saúde das crianças.
Aliado a isso, nos séculos passados, não havia um cuidado com o leite, que era muitas vezes contaminado e muito menos uma noção das necessidades nutricionais dos bebês. Como resultado, havia um altíssimo índice de mortalidade entre crianças com menos de dois anos.
Entre os séculos 18 e 19, surgiu a cerâmica, mas as mamadeiras feitas desse material também eram difíceis de limpar. Esse cenário melhorou um pouco com a invenção de frascos fundidos no mesmo formato. O alimento era derramado na abertura na parte superior e, colocando-se o polegar sobre essa mesma abertura era possível regular o fluxo do leite. A outra extremidade era preenchida com um pedaço pano ou couro de cabra-montesa, sempre preservando a idéia de ‘teta’ amarrada no bocal de vidro.
A principal descoberta da década de 1840 foi a borracha vulcanizada, que servia de bico. O cheiro desse material era muito forte, mas alguns anos depois, foi produzida, em larga escala, uma borracha mais adequada para essa finalidade.
As mamadeiras começaram a ser produzidas em massa, a maioria com forma do banjo, com um tubo interno de vidro unido a uma longa borracha preta, um protetor bucal e um bico de borracha. Como eram muito difíceis de limpar, estes frascos foram condenados abertamente pelos doutores do tempo. Mesmo assim milhares dessas mamadeiras foram vendidas até a década de 1920. Esses modelos possibilitavam que o bebê se alimentasse sozinho.
A grande descoberta que veio a seguir foi o alimentador de duas extremidades, criado por Allen e de Hanbury em 1894. O projeto envolvia um bico em uma extremidade e uma válvula no extremo oposto. Isto permitia um fluxo constante de leite, e principalmente, permitia a limpeza da mamadeira, tornando o objeto um enorme sucesso. Muitos outros projetos similares vieram posteriormente, mas tal era o sucesso do Allenbury, que o modelo 1900 foi sendo aprimorado e vendeu muito bem até os anos 50.
Na década de 50, foi realizada a introdução do popular Pyrex – modelo de mamadeira comprida e estreita, muito parecida com as mamadeiras atuais. Nos EUA, esse modelo estava disponível desde 1920, mas o Mercado britânico só o conheceu em 1960.
De lá pra cá, as mamadeiras ganharam cores, gravuras, tamanhos e formas diferentes, e são feitas de plástico ao invés de vidro. Há modelos disponíveis para todos os bolsos e gostos. Os bicos também são variados, de silicone e borracha.
Seja qual for sua cara, as mamadeiras são muito nocivas às crianças. Elas podem provocar o desmame mãe-bebê, podem ocasionar problemas maxi-bucais, e, no caso de famílias de baixa renda, que não têm acesso à água potável para uma adequada esterilização do produto, podem ocasionar diarréia e desnutrição.
Tamanha é a oferta de mamadeiras e bicos que foi criada uma norma para combater a propaganda abusiva por parte dos fabricantes (ver IBFAN: http://www.ibfan.org.br/legislacao.html).
Fonte: http://www.babybottle-museum.co.uk
Tradução: Sabrina Feldman, jornalista associada ao Matrice
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7/3/2007 10:05:15 PM
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